A relação precária entre o governo mexicano (tomado pela maçonaria) e a Igreja Católica se deteriora, enquanto o Presidente Plutarco Elías Calles começa a reforçar as leis anti-clericais escritas na constituição mexicana de 1917.Como resposta a estas medidas, as organizações civis protestam diante das novas leis por meios pacíficos. a LNDLR (Liga Nacional para a Defesa da Liberdade Religiosa) é a principal entre essas organizações.
Tomando armas por todo o país, homens e mulheres valentes, chamados "Cristeros" Também se unem à luta pela liberdade. Tendo como principal grito de batalha: "Viva Cristo Rei! Viva Nossa Senhora de Guadalupe!"
O filme foi apresentado nas salas do México em 20 de abril de 2012, nos Estados Unidos em 1º de junho e na Espanha em setembro. É a mais recente produção mexicana capaz de competir com as melhores do mundo. No elenco, nomes de fama mundial como Andy García e Peter O’Toole. O diretor é Dean Wright, cujos efeitos especiais foram vistos em Titanic, O Senhor dos Anéis e As Crônicas de Nárnia. O roteiro é de Michael Love, baseado em eventos históricos. O filme foi rodado em inglês, para ter um maior alcance e possibilidade de ingresso nos festivais internacionais. Infelizmente, não chegou nas telas dos cinemas do Brasil.
“Planejamos o filme há três anos. Quem diria que o papa iria para o México e, mais ainda, para o Cubilete, e celebraria uma missa lá! Tudo isso vem do céu!”, comemorou Barroso.
“Nós, da Dos Corazones Films, fizemos outros três filmes e vemos que as pessoas querem histórias com valores positivos. Primeiro fizemos um sobre a história da Virgem de Guadalupe, depois um sobre A Lenda do Sol, e depois O Grande Milagre, que ficou em primeiro lugar nas bilheterias do México durante cinco semanas. Eu não queria fazer mais filmes, mas quando Deus quer alguma coisa, ele é mais insistente do que ninguém. E aconteceu. Ele mesmo nos inspirou e guiou, achamos ótimos atores e o resultado superou as minhas expectativas”, disse o diretor.
“Os cristeros são importantes para o México e para todo o continente, são pessoas que se entregaram pelas suas crenças e, graças a eles, conseguimos a liberdade de religião que temos hoje, e até uma viagem de um papa ao México”.
Baseado nos fatos reais da guerra cristera, o filme começa com a proibição de culto imposta pelo presidente Plutarco Calles. Um milhão de assinaturas foram apresentadas em protesto e rejeitadas pelo governo, que adotou uma série de intimidações, interrompendo missas e chegando a fuzilar sacerdotes, num crescendo de violência que levou as pessoas simples das áreas rurais a empunhar as armas. Grande número de católicos aderiu, outros não apoiaram e muitos não participaram, mas ajudaram os cristeros com armas e apoio logístico. Começou também um boicote econômico popular, evitando qualquer consumo.
O filme, que conta uma guerra de três anos através de uma rica série de personagens e efeitos especiais, recorda que não faltaram brutalidades como a queima de 51 pessoas dentro de um trem por causa de um ataque cristero. Os rebeldes recebem a ajuda de um general, Enrique Gorostieta, se disciplinam e dão corpo ao levantamento, colocando em sérias dificuldades o governo de Calles. A mediação de Roma para dar fim ao conflito não é aceita.
O filme é pródigo em detalhes importantes que mostram a transformação interior dos personagens, partindo do general Gorostieta, que aceita comandar as tropas em defesa da liberdade religiosa, mesmo não acreditando na Igreja. Mas o suceder-se dos fatos prepara a sua conversão. É determinante o papel do menino José, um dos principais personagens, que é assassinado depois de ser torturado por não renegar a fé, preferindo proclamar “Viva Cristo Rei!”
Sobre ele, aludindo a Cristo Rei, o Papa Bento XVI disse: "Seu reinado não consiste no poder dos seus exércitos para submeter os demais pela força ou violência. Se funda em um poder maior que ganha os corações: o amor de Deus que Ele atraiu o mundo com seu sacrifício e a verdade da qual deu testemunho."
Uma grande lição que dele podemos aprender, de modo simples, é a frase:"Podemos defender não só a nossa fé, mas também a nossa liberdade."
Imagens:
São dois os grupos de sacerdotes e leigos martirizados “in odium fidei”: um grupo da arquidiocese de Guadalajara, encabeçados pelo pároco Cristóbal Magallanes e que foram executados entre os anos de 1915 e 1929 e o restante, 25, pertencentes a outras dioceses. Para o grupo da arquidiocese de Guadalajara, foi aberto o processo ordinário no dia 22 de agosto de 1960, enquanto que para o outro grupo, foi no dia 31 de julho de 1981, mas dada a homogeneidade dos dois grupos enquanto a causa do martírio, a Conferência Episcopal Mexicana, no ano de 1983 uniu os dois grupos em um só, com a intenção de promover uma única Causa. Isto pode ser comprovado consultando o “Index ac Status Causarum” dos anos 1975 e 1985. Obviamente, depois da decisão da Conferência Episcopal, os dois grupos foram unificados em um único processo.
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| Assassinato de São José María Robles Hurtado |
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Beato José Sánchez del Río |
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Santos:
São dois os grupos de sacerdotes e leigos martirizados “in odium fidei”: um grupo da arquidiocese de Guadalajara, encabeçados pelo pároco Cristóbal Magallanes e que foram executados entre os anos de 1915 e 1929 e o restante, 25, pertencentes a outras dioceses. Para o grupo da arquidiocese de Guadalajara, foi aberto o processo ordinário no dia 22 de agosto de 1960, enquanto que para o outro grupo, foi no dia 31 de julho de 1981, mas dada a homogeneidade dos dois grupos enquanto a causa do martírio, a Conferência Episcopal Mexicana, no ano de 1983 uniu os dois grupos em um só, com a intenção de promover uma única Causa. Isto pode ser comprovado consultando o “Index ac Status Causarum” dos anos 1975 e 1985. Obviamente, depois da decisão da Conferência Episcopal, os dois grupos foram unificados em um único processo.
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